A bola perdida
Uma pequena bola sai rolando. Observe, descubra e conte como ela é encontrada.
COLEÇÃO DE HISTÓRIAS
Histórias do dia a dia em cartões. Coloque-os em ordem, converse sobre o que aconteceu primeiro, depois e no final, e reconte a história.
Uma sequência lógica mostra os momentos principais de uma história curta, uma imagem para cada passo. Colocar as cenas em ordem ajuda a perceber causa e efeito, usar palavras como primeiro, depois e no final, e recontar os fatos com as próprias palavras. Cada pacote vem de uma história completa, então a ordem faz sentido e não é um jogo de adivinhação.
Exemplo: as cenas de A bola perdida, na ordem da história.
Experimente uma história grátisUm bom começo: início, problema e final bem claros.
Uma pequena bola sai rolando. Observe, descubra e conte como ela é encontrada.
Prepare a cesta, encontre um lugar, compartilhe um piquenique e deixe o parque limpo.
A pintura ainda está molhada. Sam nota um borrão, encontra um lugar para secar e decide o que fazer depois.
Mais etapas e detalhes, para quando histórias de quatro cartões ficarem fáceis.
Jo e Noor transformam uma caixa em barco de faz de conta, testam uma vela e mudam o projeto quando ela tomba.
Lina planta uma semente grande com um adulto, observa por vários dias e encontra um pequeno broto.
Omar quer devolver um livro emprestado. A bibliotecária ajuda a encontrar o lugar certo e ele escolhe outra história.
Tess encontra uma luva, segue uma pista perto do casaco e descobre a outra numa cesta.
O barulho do parque interrompe o piquenique. Nia mostra que quer uma mudança e sua família ajuda a encontrar um lugar mais tranquilo.
Um ônibus de brinquedo precisa cruzar um rio imaginário. Ben e Imani testam uma ponte de papel, veem que ela dobra e fazem um apoio mais firme.
Histórias mais longas, com mudança de planos ou vários acontecimentos ligados.
Kai e Ava planejam brincar lá fora. A chuva chega, eles comparam ideias e preparam uma versão para brincar juntos dentro de casa.
Milo e Ruby levam um convite desenhado a um vizinho. O vento o lança num arbusto. Pedem ajuda a um adulto, recuperam e protegem o convite para continuar.
Histórias mais longas, com mudança de planos ou vários acontecimentos ligados.
Kai vai ao dentista com a avó. Primeiro experimenta a cadeira e combina um sinal de parar. Quando o sugador de água faz muito barulho, ele usa o sinal e só continua quando está pronto.
Histórias mais longas, com mudança de planos ou vários acontecimentos ligados.
No supermercado, Lina vai olhar os cataventos e perde a avó de vista. Ela para, olha ao redor, encontra uma funcionária de avental verde, mostra seu cartão e espera no atendimento até a avó chegar.
Histórias mais longas, com mudança de planos ou vários acontecimentos ligados.
Omar chega a uma turma nova. Uma rotina com figuras, seu próprio gancho e um cartão para brincar junto ajudam na despedida, num desentendimento com os blocos e na saudade de casa até a hora da saída.
A torre de copos de Jo cai, e Jo acha que foi Noor. Mas quem lê viu o rabo do cachorrinho. Depois do mal-entendido e de um tempo afastados, uma pista e um copo oferecido ajudam na reconciliação.
A família de Nia vai se mudar. Ela guarda sua luz de estrela por último. À noite, estranha o quarto novo, procura o pai e encontra a luz na caixa de estrela. De manhã, cumprimenta a casa nova.
Não existe uma idade certa para cada número de cenas. Observe como a criança lida com uma história e escolha um tamanho que seja um desafio pequeno e possível.
Um bom começo para crianças pequenas da educação infantil, para os primeiros objetivos na fonoaudiologia ou para quem está aprendendo uma nova língua. Cada cena mostra uma ação clara, e a mudança entre a primeira e a última imagem é fácil de ver. Experimente A bola perdida, Preparando o piquenique ou Cuidado, tinta fresca!
Entre o início e o final aparecem uma tentativa, uma pista ou um pedido de ajuda. É o próximo passo quando quatro cenas ficam fáceis, e uma ótima chance de usar porque, então e depois.
A chuva muda o plano e O convite que voou têm uma virada no meio. As histórias de 10 a 12 cenas, como A visita ao dentista ou O primeiro dia na sala nova, acompanham uma experiência inteira do começo ao fim: perfeitas para o reconto completo e para trabalhar a estrutura da história.
Hora de avançar? Geralmente a criança está pronta para uma história mais longa quando ordena a atual sem ajuda e reconta usando algumas palavras de tempo. Se a história longa for demais, tire as cenas do meio e devolva uma de cada vez.
Colocar as cenas em ordem é só o começo. A mesma sequência pode voltar muitas vezes, com um objetivo diferente a cada vez.
Conte a história uma vez, embaralhe os cartões e monte tudo de novo junto com a criança. Converse sobre cada escolha: “O que aconteceu logo antes?”
Coloque a primeira e a última cena e pergunte o que aconteceu no meio. É a entrada mais tranquila para uma história longa.
Tire um cartão enquanto a criança não olha. Ela descobre qual falta e consegue descrever a cena?
Mostre só as duas ou três primeiras cenas e peça um palpite antes de virar o resto. Qualquer ideia que faça sentido vale.
Troque dois cartões de lugar e peça para a criança encontrar o erro e explicar por que aquela ordem não funciona.
Reconte com primeiro, depois, então e no final. Em seguida, desenhe outro final com a criança ou, se ela já escreve, peça uma frase curta para cada cena.
Sequências de imagens dão uma estrutura concreta aos objetivos de narrativa: estrutura da história, palavras de tempo, causa e efeito, perguntas quem, onde, o quê e por quê, e frases mais longas. A versão com texto curto serve de modelo de frase; a versão sem texto, para o reconto independente.
A ordem das imagens carrega o sentido, então a criança participa antes de ter as palavras. Apresente algumas palavras-chave, ofereça um modelo como “Primeiro… depois…” e repita a mesma história em vários encontros. Cada pacote está disponível em sete idiomas.
Em grupos de quatro ou cinco crianças, todo mundo tem sua vez. Uma criança coloca o cartão, outra conta o que acontece e o grupo confere a ordem com a história: uma roda de conversa com começo, meio e fim.
Dez minutos na mesa da cozinha bastam. Escolha uma história próxima do dia a dia, como um piquenique ou uma luva perdida, e relacione com algo que a criança viveu naquele dia.
Atividades de sequência são usadas com frequência na educação infantil e nos primeiros anos do ensino fundamental, mas não há idade fixa. Escolha pela atenção e pelo interesse: comece com 4 cenas e aumente quando ficar fácil.
Comece com três ou quatro. Nossas histórias têm de 4 a 12 cenas, e você sempre pode usar só uma parte dos cartões.
Sim. Cada pacote traz a história completa em versão sem palavras e com texto curto, para conferir a ordem com a história.
Colocar acontecimentos em ordem dá à criança um roteiro para contar: quem estava lá, o que aconteceu e como terminou. Na fonoaudiologia, sequências de imagens são usadas para trabalhar palavras de tempo, causa e efeito, frases mais longas e reconto. Nossos materiais apoiam esse trabalho, mas não substituem um plano individual.
Uma rotina curta e conhecida, com um problema claro, como Cuidado, tinta fresca! ou A bola perdida. A bola perdida é gratuita: entre na sua conta para baixar todos os arquivos e testar o formato.
Sim. As imagens carregam a história, então a criança mostra o que entendeu ao ordenar os cartões, mesmo falando pouco. Cada pacote está em sete idiomas: ela pode contar primeiro em português e depois na nova língua.
Vale, se você for usar com frequência. Imprima em papel mais grosso ou plastifique depois de recortar, e guarde cada história em um envelope. Os PDFs vêm nos tamanhos A4 e Carta (US Letter).